
Ana Luísa Valdeira e Madalena Manzoni Palmeirim são editoras da Cine Qua Non – Bilingual Arts Magazine. Tiraram a mesma licenciatura em Estudos Artísticos e o mesmo mestrado em Estudos Inter-Artes. Estavam em Amesterdão, no mesmo programa Erasmus, quando a ideia de fazer uma revista de artes finalmente se concretizou. Agora não fazem o mesmo. Ana Luísa ainda estuda e Madalena compõe uma música todas as semanas.
Ana Luísa Valdeira and Madalena Manzoni Palmeirim are editors at Cine Qua Non – Bilingual Arts Magazine. They hold the same degree in Art Studies and the same Masters in Inter-Arts Studies. They were in Amsterdam, at the same Erasmus Program, when the idea of making an arts magazine was finally put to practice. Nowadays, they’re not doing the same things. Ana Luísa is still studying and Madalena is writing a song every week.

Contaram-me a história de um compositor que escreveu música sobre borboletas. Anos mais tarde, essa mesma música foi utilizada num documentário sobre elefantes. Disseram-me também que um título é quase sempre falível, muitas vezes inútil. “Un jour si blanc” é o título de um disco. Sirvo-me desse título.
Inês A (n. 1982) vive e trabalha entre Lisboa e Viena e formou-se em pintura na FBA-UL .
I was once told a story about a composer who wrote music about butterflies. Some years later, that same music was used in a documentary about elephants. I was also told that a title is almost always unreliable, often useless. “Un jour si blanc” is the title of a CD. I used this title.
Inês A (b. 1982) lives and works between Lisbon and Vienna and graduated in painting at FBA-UL.

“Getting Through” propõe uma reflexão sobre os nossos objetos do quotidiano, sua influência, experiências e memórias associadas. É um projeto associado da Close, Closer, 3º edição da Trienal de Arquitetura de Lisboa, com a curadoria de Joana Cotter Salvado e Joana Matos. SHED 76, desenhado por sousasantos arquitetos, é o espaço onde decorrem as duas exposições resultantes do projeto. O desenho da exposição define-se como uma experiência arquitetónica em torno da radicalização da noção de proximidade.
Getting Through calls for a reflection on our daily objects, their influence, associated experiences and memories. It is a project within Close, Closer, 3rd edition of the Lisbon Architecture Triennal, curated by Joana Cotter Salvado and Joana Matos. SHED 76, drawn by sousasantos architects, is the space where the two exhibitions resulting from the projecto take place. The drawing of the exhibitions is defined as an architectural experience around the radicalization of the notion of proximity.