
Branca é joalheira/artista e Francisco é fotógrafo/(ex)arquiteto. Co(uple)-Working é o projeto de vida que tem vários desafios, peripécias mas muitas regalias. Casados e com um filho são trabalhadores independentes que apesar de estarem em áreas diferentes, dependem muito um do outro. Vão falar sobre a sua viagem pessoal e profissional e mostrar como a partilha de experiências entre eles pode ser tão importante para o trabalho um do outro e vida comum.
Branca is a jeweler / artist and Francisco is a photographer / (former) architect. Co(uple)-Working is the life project that has multiple challenges and adventures but many perks. Married, with one child, they’re are independent workers who, despite being in different areas, depend on each other very much. They’ll talk about their personal and professional journey and show how the sharing of experience between them can be so important to each other’s work and life.
A Branca é joalheira e o Francisco é fotógrafo. São casados, têm um filho e trabalham por conta própria. Co(uple)-working é o termo que encontraram para definir a colaboração constante e diária de cada um no trabalho do outro. A vida profissional funde-se – sem se confundir – com a vida pessoal, e sentem-se os dois pessoas e profissionais mais completos.
Branca is a jewelry designer and francisco is a photographer. They are married, have a child and work on their own. Co(uple)-working is a term that they found to define the constant and daily collaboration in each other work. Their professional life merge – without blending – with their personal life, and because of it they feel, both, more complete as persons and professionals as well.

Francisco Soure é psicólogo clínico. A experiência clínica tem lhe trazido a noção de que a pessoa que somos contém, a cada momento, todas as suas versões anteriores. Nesta conversa, traz para a mesa a reflexão sobre as implicações desta complexidade em psicoterapia e nas relações.
Francisco Soure is a clinical psychologist. Clinical experience has brought him the notion that who we are contains, at any given time, all our previous versions. This conversation brings forward a reflection on the implications of this complexity in psychotherapy and relationships.
Ao longo de 8 anos de experiência clínica, tornou-se cada vez mais aparente ao Francisco Soure o quanto a matrioska reflecte os nossos processos de aprendizagem e crescimento. Esta foi uma conversa informal mas abrangente sobre o que é crescer e desenvolver-se, assim como a sua importância na criação de sofrimento psicológco e emocional.
In the past 8 years of clinical experience, has been clear to Francisco Soure of how matrioska reflects our learning and growing process. This was a comprehensive informal conversation about what is the meaning of growing up and developing, as well as its importance in creating psicológcal and emotional distress

Maria Pommrenke nasceu em 1983 na Alemanha. Licenciou-se em sociologia, desporto e pedagogia em 2008 na universidade de Kiel. No mesmo ano começou a estudar arquitetura na universidade Lusíada. Em novembro 2013 acabou o segundo curso de mestrado de arquitetura no ISCTE. Desde 2010 faz parte dos corpos sociais da Associação Arquitetos sem Fronteiras Portugal. Tem participado em vários projetos com ateliers como MXTstudio, zt-arquitectos e Bak Gordon Arquitetos.
Maria Pommrenke was born in 1983 in Germany. She graduated in sociology, pedagogy and sports in 2008 at the University of Kiel. In the same year she began studying architecture at Universidade Lusiada. In November 2013 she concluded the second Masters course in architecture at ISCTE. Since 2010 she’s been a part of the governing bodies of the Association Architects without Frontiers Portugal. She has participated in several projects with workshops such as MXTstudio, zt Architects and Bak Gordon Architects.
Conversou se sobre Manolo Gonzalez Potier (1922). Embora praticamente desconhecido, Manolo Potier, arquitecto e violinista, deu um significativo contributo na construção do território lisboeta nos anos 50 do séc. XX e luandense nas décadas de 60 e 70. Em Lisboa constrói em dez anos cerca de 110 edifícios com uma linguagem moderadamente moderna, em Luanda insere-se no moderno tropical da arquitectura colonial.
Desde os cinco anos o violino acompanha Potier, tocando ainda hoje duas vezes por semana num local no Estoril.
She talked about Manolo Gonzales Potier (1922). Even though mostly unknown, Manolo Potier, architect and violinist, gave a great construction contribution to the territory of Lisbon during the 50th and to Luanda’s territory during the 60th and 70th. He built, in Lisbon, 110 buildings over the period of 10 years using a modest modern style. In Luanda he dive in the tropical modern colonial architecture
The violine has been following Potier since his five years of age. Nowadays he is plaing twice a week in a place in Estoril.